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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Algo interessante

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Mentes Criminosas é, sem dúvida, uma das minhas séries de televisão preferidas. É comum todos os episódios começarem e/ou acabarem com uma citação de alguém conhecido. Como seria de esperar umas dizem-me mais do que outras, mas, recentemente, houve uma citação e uma fala de uma das personagens que mereceram particular interesse da minha parte e que aqui deixo:
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"O que está para trás de nós e o que está à nossa frente tem pouca importância comparado com o que está dentro de nós."
Ralph Walde Emerson
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"As cicatrizes lembram-nos onde estivemos, mas não têm de nos ditar para onde vamos."
Fala de David Rossi interpretado por Joe Mantegna
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

De Daba para Daba

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Imagem e texto retirados de www.biospiritual.com
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A escultura de pedra na figura acima vem do Zimbabwe, África. O escultor, Gift Muza, cresceu numa cultura não alienada da “inteligência” do corpo.
Ele descreveu esta figura como tratando-se de uma pessoa a ouvir a inteligência (Daba) do estômago à medida que tenta falar com a inteligência (Daba) do corpo. Chamou-lhe de Daba para Daba.
É fácil perceber este processo bem representado através dos olhos tranquilamente descidos na direcção do corpo enquanto um braço deixa o Daba do estômago saber que está a ser ouvido. Ao mesmo tempo, o outro braço parece unir o corpo com a sabedoria da cabeça de uma forma arrojada e viva.
O escultor disse também que as pessoas de Shona sabem quando perdem o contacto consigo próprias pois conseguem senti-lo no corpo. Nessa altura demoram algum tempo a prestar atenção ao que a inteligência do corpo, que se expressa através de sensações, está a tentar dizer à inteligência da mente. A sua maneira de o fazer é ao passar algum tempo numa audição Daba-Daba permitindo que o Daba do seu corpo diga ao Daba da sua mente o que esta precisa de saber.
Sempre que uma palavra, imagem ou memória se relaciona com o Daba do corpo e eles sentem uma “mudança” interior, então o Daba do corpo pode falar com o Daba da mente. Novos significados emergem juntamente com uma maior clareza sobre o rumo ou o comportamento apropriado.
A imagem fala de uma “presença solícita” que respeita tanto o pensamento claro da mente como a forma de conhecimento mais elaborada do corpo. A escultura modela-nos a maneira como nos devemos relacionar com nós próprios.
Esta não é uma imagem de guerra ou tenção entre a mente e o corpo, mas sim de cooperação. Ela expressa uma sensação de relacionamento, de ligação e de audição da totalidade de nós próprios.
De Daba para Daba representa um tema subjacente à Focalização.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Focusing

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.....................................Retirado da Internet
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A Beleza do Focusing é…
É um processo aberto, sem “deveres” ou “obrigações”.
Não é dogmático. Não há pressão, imposição para um determinado resultado.
É sempre acolhedor e de respeito tanto para com nós próprios como para com os outros.
Permite-nos ouvir o nosso interior de uma forma que consente o nosso “ser interior” falar sem juízos nem críticas.
Pode ser aplicado a todos os aspectos da vida, pessoal ou profissional, material ou espiritual.
Apenas requer que se mantenha determinada atitude:
-Uma atitude interior de respeito e acolhimento,
-Uma atenção consciente e de respeito para com as nossas próprias sensações interiores,
-Uma prontidão para receber tudo o que vem de dentro nós.
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Por
Ruth Hirsch
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quinta-feira, 9 de abril de 2009

A sabedoria da idade

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....................Imagem retirada de Flickr.com
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Esta manhã o André Henriques, das Mega Manhãs que gosto de ouvir a caminho do trabalho, contava uma história sobre o sismo que atingiu a região de Abruzzos, em Itália, na noite do último domingo, um milagre no meio da devastação:
Uma senhora com 98 anos, seu nome Maria, ficou presa nos escombros durante 30 Horas e quando a resgataram pediu um pente para se pentear. Contou então que durante esse período se entreteve a fazer tricot com uma agulha que levava consigo e um novelo encontrado perdido e assim passou o tempo sem pânicos nem aflições.
Que se pode dizer sobre tamanha lição de vida?
Estou certa que Maria nunca ouviu falar de Byron Katie e "O Trabalho" nem tão pouco de Eckhart Tolle e "O Poder do Agora", e a verdade é que a sua atitude foi exactamente o que ambos apregoam - nada mais que aceitar totalmente o que o presente lhe havia trazido.
Quanto teremos de viver e sofrer para aprender a viver assim?
E porque despreza tanto a nossa sociedade aqueles que mais têm para nos ensinar?
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Uma boa Páscoa para todos!
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