sexta-feira, 15 de maio de 2009

Tão Simples...


"Nunca sairás de onde estás até decidires onde preferias estar."


Pode não fazer sentido para a maior parte das pessoas, mas para quem nunca soube onde se encontrar, como eu, nunca tal fez maior sentido.
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terça-feira, 28 de abril de 2009

Mulher Coragem

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............................................Imagem retirada da Internet
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Susan Boyle é uma mulher inglesa, solteira, de 47 anos, que vive com o seu gato, e que participou no programa britânico "Britain's Got Talent" semelhante ao "American Idol" que é exibido nas nossas televisões.
Com o seu ar algo provinciano esta MULHER (e escrevo-o em maiúsculas por acreditar que o merece) teve a verdadeira audácia de enfrentar uma audiência composta maioritariamente por jovens ambiciosos que se riem de si, assim como um júri de três pessoas entre as quais Simon Conwell que assim que a viu exibia o seu já familiar ar que parece dizer "tirem-me deste filme", com boa disposição e sentido de humor.
A verdade é que quando ela começa a cantar o ar de espanto de todos os presentes naquele auditório é indescritível e penso que não será muito diferente do de qualquer pessoa que veja este vídeo - a sua voz é verdadeiramente extraordinária!
Rapidamente todos a aplaudiam em pé incluindo os júurados (com a excepção de Simon, claro, embora de boca aberta) e no final é notória a sua surpresa ao ouvir que tinha passado a eliminatória.
Vale a pena pensar até que ponto estamos nós preparados para ir para ir atrás dos nossos sonhos e como somos preconceituosos e tantas vezes julgamos pelas aparências.
E vale também muito a pena ver este vídeo cujo link anexo (até aprender a carregá-lo directamente no blog :-) )
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http://www.dailymotion.com/video/x9119v_la-voz-del-2009_music
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sexta-feira, 24 de abril de 2009

O meu novo Site

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Porque o meu mundo é diversificado e para poder ter um pouco de tudo num só lugar criei um site onde espero a vossa visita e comentários.
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Obrigada!
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quinta-feira, 9 de abril de 2009

A sabedoria da idade

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....................Imagem retirada de Flickr.com
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Esta manhã o André Henriques, das Mega Manhãs que gosto de ouvir a caminho do trabalho, contava uma história sobre o sismo que atingiu a região de Abruzzos, em Itália, na noite do último domingo, um milagre no meio da devastação:
Uma senhora com 98 anos, seu nome Maria, ficou presa nos escombros durante 30 Horas e quando a resgataram pediu um pente para se pentear. Contou então que durante esse período se entreteve a fazer tricot com uma agulha que levava consigo e um novelo encontrado perdido e assim passou o tempo sem pânicos nem aflições.
Que se pode dizer sobre tamanha lição de vida?
Estou certa que Maria nunca ouviu falar de Byron Katie e "O Trabalho" nem tão pouco de Eckhart Tolle e "O Poder do Agora", e a verdade é que a sua atitude foi exactamente o que ambos apregoam - nada mais que aceitar totalmente o que o presente lhe havia trazido.
Quanto teremos de viver e sofrer para aprender a viver assim?
E porque despreza tanto a nossa sociedade aqueles que mais têm para nos ensinar?
?

Uma boa Páscoa para todos!
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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Querer ou talvez nem tanto...

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................... ....Imagem retirada da Internet


A nossa mente tem uma maneira de funcionar algo estranha...
Ou pelo menos a minha tem!

Por mais que faça o Inquérito e conheça em primeira mão a forma como me ajuda a ultrapassar situações desagradáveis, há alturas em que me sinto absolutamente deprimida, triste, magoada ou cheia de raiva e a única coisa que quero é "encolher-me" no meu canto, que me deixem em paz a "curtir a minha ".
Porque é que nos momentos em que mais falta me faz eu não consigo utilizar esse método?
Parece que gosto de me sentir assim e que não quero deixar de estar mal.
Compreendo porque tantas pessoas desvalorizam este e qualquer outro método quer simplesmente não acreditando quer dizendo que não é para si.
A verdade é que qualquer (ou grande parte) deles pode resultar se apenas tentarmos!
E com qualquer pessoa!
É necessária, certamente, uma grande força de vontade e por vezes mesmo coragem para entrarmos dentro de nós mesmos e arriscarmos analisar a nossa própria mente. Descobrir o que vai cá dentro não é, na maioria das vezes, fácil mas o primeiro passo é o pior.
Contudo quando estamos mal com alguém e pegamos numa folha de papel para deixar a nossa criança interior sair e fazer todo o tipo de queixas possível e imaginário é só por si libertador e pode até chegar a ser divertido ler o que escrevemos, pelo menos uns tempos mais tarde.
Depois podemos ir um pouco mais longe e parar para ver como nos sentimos e como seria se não conseguíssemos ter aqueles pensamentos que nos estão a deixar mal. Uns poucos minutos são suficientes e se conseguirmos fazer as inversões, para mim muitas vezes o mais difícil, então sairemos de todo o processo pessoas livres.

"Basta" QUERER MUITO!
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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Encontra o caminho da apreciação

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If you don't appreciate what you have in life right now, whatever it is, you will never realize your purpose. Without appreciation, you will never become strong enough to respect yourself.
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Se não estimas o que tens na viva neste momento, seja o que for, nunca realizarás o teu objectivo. Sem apreciação nunca te tornarás forte o suficiente para te respeitares a ti próprio/a.
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quarta-feira, 18 de março de 2009

Maus Colegas

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....................Imagem retirada da Internet

Quem nunca teve um mau colega?

Um colega meu teve, há poucas semanas, uma discussão com o nosso chefe que, a meu ver, tinha mais razão que ele, e desde aí o seu rendimento que já não era alto caiu a pique. Entretanto decidiu meter baixa por 3 semanas e a maior parte de nós pensou que se iria prolongar, mas não, voltou e com o mesmo ritmo dos dias imediatamente anteriores.
Tudo isto poder-me-ia ter passado ao lado não fosse ter começado, há não muito tempo atrás, a aprender o seu trabalho para o poder substituir durante as férias e outras ausências pelo que nessa altura estava ainda muito "verde" e fui apanhada de surpresa com diversas situações que não sabia mesmo fazer mas tudo acabou por se resolver.
Também isto nada teve de transcendente mas houve algo pelo meio que me deixou verdadeiramente irritada: no dia em que ficou de baixa o dito Sr. entrou no nosso local de trabalho sem sequer um "Bom dia" dirigindo-se directamente ao chefe para entregar o documento optando igualmente por me ignorar quando lhe dirigi palavra e saindo sem mais.
Ele pode ter os seus motivos para estar revoltado com a chefia, mas pessoalmente nuca lhe dei qualquer motivo para ser rude e, principalmente como colega que o ia substituir, não esperava tamanha falta de consideração. Agora sou constantemente chamada para o ajudar a concluir tarefas (que quando sozinha não tive qualquer dificuldade em desempenhar sozinha) atrasando assim o meu trabalho e a irritação começou a acumular-se dentro de mim.
Quando decidi fazer O Trabalho sobre isto a minha mente começou por se opôr terminantemente: era como se ao deixar de estar chateada com ele lhe estivesse a dar razão. Ele e a sua atitude estavam certos e eu errada por me sentir assim. Ora isto é algo que o meu ego tem MUITA dificuldade em aceitar.
Mas o facto é que ele fez o que fez porque achou que devia fazer e nada pode mudar essa realidade. Não me compete a mim decidir a forma como ele se deve sentir e agir acima de tudo quando não faço a mínima ideia do que vai pela sua cabeça. Mas posso e DEVO alterar a forma como isso me faz sentir principalmente quando essa sensação é tão negativa. Se entrasse em conflito directo com ele teria mais problemas que vantagens e iria certamente criar um péssimo ambiente de trabalho. Do outro lado tenho a hipótese de fazer o meu trabalho o melhor possível reduzindo ao mínimo indispensável a comunicação entre nós.
E desta forma não foi tão difícil convencer o meu ego que nem tudo passa por estar certa ou errada
E também posso optar por ver nele uma pessoa triste e revoltada que interiormente se deve sentir bastante mal e que não teve provavelmente a intenção de me ofender directamente.
Questionar os meus pensamentos nem sempre começa por ser fácil e simples, mas termina SEMPRE da melhor forma.
É bem mais fácil viver assim!
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