.terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Um Feliz Natal
.quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Um sonho especial
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Brincar com a arte
. . . . .. . . . . . . . . . . . . . ...Imagem retirada da Internet
À semelhança da Focalização, também aqui o cliente é levado a fazer um fazer um intenso trabalho interior estando sempre no comando do seu próprio processo. Para alguém fundamentalmente analítico como eu, juntando as inúmeras aulas de arte de arte e as nem sempre positivas críticas que recebi, conseguir largar as regras e pôr no papel o que quer que seja sem estar constantemente a pensar se está ou não “bonito” é algo brutalmente difícil e um desafio que estou disposta a enfrentar.
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Num passeio pela internet descobri as mandalas. Acredito que, para mim, nada podia ser melhor para começar e para voltar a pegar ao fim de tanto tempo nas canetas e nos lápis de cor.
Foi uma sensação extraordinária!
É sem qualquer dúvida, uma actividade relaxante e estava ao mesmo tempo a fazer algo “bonito”. Como os primeiros desenhos que imprimi tinham imagens concretas de flores, estrelas e anjinhos, é claro que as primeiras cores em que peguei, foram o amarelo para as estrelas, rosa para as flores e tudo como é “suposto”. Depois o meu “bichinho” interior, já espicaçado pelo desafio anteriormente assumido resolveu “quebrar as regras” e troquei as cores todas. Foi divertido e continuei a obter um resultado visual agradável. Que mais podia pedir?
Volto a afirmar que foi uma sensação fantástica e só me apetecia continuar agarrada aos lápis e às canetas, debruçada sobre umas folhas de papel a pintar.
Pode soar infantil, mas é aí mesmo que reside o âmago da questão: vivemos os nossos dias agarrados às nossas rotinas, presos nos nossos problemas e, na maioria dos casos, esquecemo-nos de "brincar", de descontrair e do tão bem que isso nos fazia sentir.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Sonhar um sonho
......................Imagem retirada da Internet.
domingo, 23 de agosto de 2009
Percursos
.................................................Imagem retirada da Internet.
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Há cerca de um ano atrás descobri Byron Katie e, considerando todo o meu percurso de auto-descoberta, ela fez-me fazer uma espécie de triagem sobre tudo o que tinha lido e aprendido e perceber o que fazia ou não sentido tendo-se tornado num ponto de viragem no meu caminho. Depois vieram Eckheart Tolle e Gina Lake que, tendo em comum com Byron Katie - o momento presente e a sua realidade imutável - me levaram um pouco mais longe. Christianne Águas também foi, e ainda é, importante na forma como estruturo os meus pensamentos, a minha forma de pensar.
Mas nenhum deles me ensinou a lidar com as minhas emoções negativas. Quando me sentia mal, fazer O Trabalho por escrito resultava mas apenas para as coisas mais leves como pequenos atritos no trabalho ou com amigos entre outros. Para os medos de longa data, os mais intrínsecos ou situações verdadeiramente complicadas ou dolorosas a mente prevalece e muitas vezes acabava por conseguir ultrapassar remetendo-os para um canto escondido algures dentro de mim sem que os resolvesse verdadeiramente.
Foi então que descobri "Focusing":
Focusing é uma técnica desenvolvida pelo Professor Gene Gendlin que, nos anos 60, começou uma investigação sobre a questão "Porque é que a psicoterapia ajuda algumas pessoas e não outras?". Após gravarem centenas de sessões completas com diversos terapeutas e clientes, e tendo comparado e analisado exaustivamente as mesmas, ele e os seus colegas chegaram à conclusão que a diferença não estava nos profissionais nem nas técnicas por eles utilizadas mas sim nos clientes.
Os pacientes que obtinham sucesso tinham uma consciência física vaga e difícil de descrever que sentiam directamente durante as sessões enquanto os outros mantinham uma postura inteiramente racional.
Focusing é um processo de auto-consciência e cura emocional orientado para o corpo. É tão simples quanto apercebermo-nos de como nos sentimos e então ter uma conversa com as nossas sensações em que, basicamente, fazemos o papel de ouvintes. É estabelecermos uma relação de amizade com o nosso corpo, onde prevalecem a abertura total e ausência de críticas, de forma a podermos ouvir e entender a mensagem que ele tem para nos transmitir quando se manifesta através de emoções e sensações físicas.
Em Portugal ainda não existe nada sobre este tema na nossa língua e a minha actual ambição começa por traduzir um dos livros, encontrar uma editora interessada em publicá-lo (o mais difícil) e tirar os cursos necessários de modo a poder tornar-me professora deste método e ajudar a trazê-lo para cá pois estou absolutamente convencida do seu enorme potencial para ajudar a mudar a vida a inúmeras pessoas.
Um sonho ambicioso, talvez, mas se este for de facto o meu caminho então estou certa que as coincidências acontecerão e as portas acabarão por se abrir.
Agora e sempre - um dia de cada vez.
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sábado, 18 de julho de 2009
Aprender a Ser

segunda-feira, 22 de junho de 2009
Atelier p/Vítimas de violência doméstica

............................ ...... . Imagem retirada da Internet
No seguimento do meu último post quero aqui descrever a ideia que me surgiu recentemente e que, em conjunto com a minha amiga Paulinha da Casinha de Artes, estou a desenvolver e tentar levar à prática:
Trata-se de criar um atelier de Artes Manuais destinado a abrigos que acolhem mulheres e crianças vítimas de violência doméstica na cidade de Lisboa com duração de aproximadamente 1H30 por semana em regime de voluntariado.
Conscientes de que as mulheres que se refugiam nestes abrigos se encontram numa condição psicológica particularmente sensível, em fase de transição e do sigilo em que tudo se desenrola, pretendemos proporcionar-lhes algum tempo longe dos seus problemas dedicando-se a pequenas actividades onde possam verificar resultados rapidamente, num único dia, e orgulhar-se do trabalho efectuado com as suas próprias mãos.
Não sei se estou a ser demasiado “romântica” ou a sonhar alto demais, mas embora este tipo de coisas pareçam, a muitas pessoas, pertencerem a um mundo distante, a verdade é que os números referentes à violência doméstica são cada vez mais altos, quer seja por haver cada vez mais denúncias, ou agressões e, da minha parte, gostava de dar a minha humilde contribuição com algum do pouco tempo que tenho…
O e-mail com a proposta já foi enviado para várias associações e aguardamos agora resposta.
Estou convicta do seu valor e se não for neste formato, quem sabe de alguma outra forma elaborada em conjunto com quem vive este tema por dentro no seu dia-a-dia.
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